Vivemos cada vez mais na era do super espetáculo. Quem assistiu a um dos últimos mega shows que aconteceram no Brasil sabe muito bem disso.
A ligação das pessoas com a música vem de milênios. Música literalmente mexe com as pessoas. A percepção de que uma marca associada à música traz grandes dividendos para essa marca está cada vez mais evidente.
Com o barateamento dos smartphones e o aumento da capilaridade do alcance da internet móvel, os profetas da vez perdem a voz e já não têm mais como prever o fim do rádio.
Apesar de todas as vantagens da web, a sintonia de estações de rádio comuns via PC não acrescentava muita coisa à experiência direta com o usuário.
Abre-se um espaço sem limites para empresas ou mesmo pessoas comuns lançarem novas estações.
Entrevista com Joana Carneiro, Tânia Azze e banda Odilara para a Rede Minas.
A consolidação da TV como a menina dos olhos da publicidade não inibiu a existência do rádio em nada.
O rádio foi uma grande revolução da comunicação de massa. Durante décadas foi o meio mais popular e disputado.
“Delícia, assim você me mata. Ai se eu te pego..”. É com essa frase, que faria corar qualquer moça de bem, que Michel Teló recentemente ganhou o mundo.
Já está visto: o desenvolvimento da qualidade e capilaridade da internet no mundo e no Brasil, inclusive, tornaram o hábito de comprar um CD cada vez mais coisa de colecionador.
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